Publicado por: Pedro Tavares | 03/04/2010

A Reencarnação de Judas Iscariotes

03 de março de 2010. Sábado de Aleluia.

Saí de casa e vi a triste imagem de um boneco simbolizando Judas Iscariotes pendurado em um poste, como tivesse sido enforcado. Entristeci-me, e dispus-me a fazer alguma coisa perante a triste visão.

Tive a oportunidade de conhecer a verdadeira história de Judas, e uma de suas reencarnações seguintes como Joana D’arc, Santa canonizada pela Igreja Católica. O texto abaixo é a sinópse de uma peça teatral que retrata as duas encarnações, como Judas e Joana D’arc. Conhecer esta história nos ajuda a entender a Lei de Deus…

Joana D'arc - Reencarnação de Judas Iscariotes

Judas Iscariotes foi um dos doze apóstolos de Jesus na Palestina. Viveu no séc. I d.C. e lutou contra a dominação Romana que fazia o povo de Israel sofrer com impostos e trabalhos forçados. Judas uniu-se com Jesus e teve Dele o cargo de Tesoureiro. Judas não conseguia entender como um salvador tão esperado, era tão calmo e pacífico como Jesus. Como os Judeus seriam salvos de um povo pagão, por um messias que falava por parábolas e dizia que o reino Dele não era desse mundo? Como um carpinteiro pobre, sem conhecidos importantes, receberia o título de Salvador dos Judeus? Como um homem que só pregava e via-se na companhia de mendigos e prostitutas poderia ser Rei?

Jesus falava em guerra, mas não batia em ninguém. Para Judas, Jesus era uma pessoa muito pacífica para a liderança de um exército; um homem sem maldade e sem ganância, não poderia salvar o povo Judeu de Roma.

Judas conversou muito com seu amigo Tiago, e não esclarecia de tantas dúvidas que tinha sobre o comportamento de Jesus. Movido por idéias políticas, Judas resolveu tirar Jesus de seu caminho para que pudesse liderar uma revolução armada contra os Romanos. Ele falou pessoalmente com Caifás, que aproveitando da ingenuidade do ambicioso tesoureiro de Jesus, seduziu-lhe dizendo que estava fazendo a coisa certa, livrando o sofrido povo Judeu de um messias falso. Caifás agiu por política e deixou a filosofia religiosa de lado quando decidiu condenar Jesus para não perder a opinião pública e garantir o seu mais alto posto no Sinédrio. Caifás torna-se responsável pela condenação de Jesus, não Judas.

Jesus tinha sido condenado e estava morrendo na cruz. Sentindo-se muito arrependido por se achar culpado, e por ter recebido como recompensa, trinta moedas de prata (valor dado por um escravo Judeu).

Quando perdido, jogou as moedas de prata e implorou perdão a Deus por ter feito tal atrocidade com Jesus. Judas arrependeu-se elevando o Santíssimo, e a única maneira de acabar com a dor, que sentia lhe rasgando o coração, era o suicídio. Judas pegou uma corda amarrou em seu pescoço, foi até uma amendoeira, que ficava próximo a um despenhadeiro, atirou-se e morreu implorando perdão a Deus. Judas sofreu durante pouco tempo no vale dos suicidas sendo visitado por Jesus. Judas obteve a oportunidade de reencarnar diversas vezes na Terra e a sua última reencarnação foi como Joana d’Arc, a ultima prova que Judas passaria para chegar ao Altíssimo.

Judas agora reencarna como Joana d’Arc, depois de várias reencarnações, uma camponesa pobre que viveu numa casinha humilde no interior da França, precisamente em uma aldeia denominada Domrémy, existente até hoje. Domrémy era uma aldeia que, quase como toda a França, sofria bastante com as guerras.

A situação na França não era muito favorável para os franceses. Era em plena Guerra dos Cem Anos. A Inglaterra liderado por Henrique V dominava vários territórios ao norte da França, e, duas organizações lutavam pelo poder da França: os Armagnacs liderados por Carlos VII, francês, e os Borgonheses liderados pelo temível Duque de Borgonha, francês, mas aliado para o lado dos Ingleses.

Henrique V assinou o tratado de Tours com o rei da França Carlos VI, esse tratado dava a mão de Catarina, sua filha, para o Henrique V, e que seu filho mais velho (o Delfim), fosse deserdado do trono, e quem assumiria as duas nações no futuro seria Henrique VI. Pouco tempo depois Carlos VI morre, duas semanas após morre também Henrique V.

Quem governaria a França, o Henrique VI que tinha apenas alguns meses, ou Carlos VII que tinha perdido o trono por causa de um tratado? A França estava sem um rei e é nesse universo que a menina de Domrémy vivia.

Joana d’Arc tinha uma amiga e seu nome era Hauviette. Hauviette representa uma infância pobre e sem instrução educacional. Joana d’Arc era católica e rezava sempre na capela de São Remígio.

Domrémy sofreu poucos ataques dos borgonheses, mas a pequenina Joana começava a interessar-se sobre as guerras que aconteciam, mais não entendia p’ra que elas serviam. Ela dizia: “Deus fez tudo e que tudo pertencia a Deus, então como que os homens queriam tomar conta de uma coisa, que pertencia a Deus, e não aos homens?” Joana d’Arc era católica praticante, não faltava quase a nenhuma missa. Às vezes que faltava era porque tinha que acabar com as suas obrigações em casa, como: levar as ovelhas para pastar no prado, acabar o bordado, regar as plantas e etc…

Quando tinha treze anos, ela começou a ter visões de São Miguel que falava-lhe sobre umas novas aparições, as de Santa Catarina e Santa Margarida que viriam em nome de Deus para cumprirem uma missão. Joana ficou anos tendo visões, mas um dia as Santas deram-lhe a ordem para que ela fosse lutar contra os ingleses e que ela levasse o Delfim Carlos VII de Valois à sua dita sagração em Reims. Joana ficou perdida sem saber o que fazer, mas decidiu, que por ordem de Deus, ela faria qualquer coisa. As Santas pediram para que ela fosse falar com um Capitão em Vancoulers, sem dizer como ele era fisicamente. Joana d’Arc, com muita fé, foi até o Capitão Roberto de Baudricourt e pediu-lhe para parar as tropas e que a levasse para Órleans onde iria ganhar a batalha. Órleans era a cidade mais importante para os Ingleses, lá eles cobravam mais altos impostos. O Capitão Roberto de Baudricourt ficou impressionado como aquela rapariga e se perguntava: “Como conseguistes entrar em meu castelo sem que ninguém a percebesse?”. Ele não acreditou na conversa de Joana d’Arc e mandou que seus soldados a levassem para casa.

Passaram-se alguns meses e as visões não pararam. Joana d’Arc retornou ao castelo do Capitão e, dessa vez João de Metz, acreditou fielmente na menina e tentou convencer seu Capitão à também acreditar nela. Eles dois fizeram um teste com água benta para retirar a suspeita de que ela era uma enviada do demônio. Nada aconteceu com a menina. `

O Capitão então, mesmo desconfiado, decidiu levá-la até o Delfim Carlos VII de Valois, para que eles se reunissem contra um imprevisível levante armado contra os Ingleses.

Antes da chegada de Joana, Carlos VII, sabendo da vinda da menina, resolveu disfarçar-se como um guerreiro e deixou outro soldado como Delfim sentado em seu trono. Quando a donzela adentrou as dependências do castelo, ela foi diretamente para o Delfim que estava disfarçado. Todos da sala surpreenderam-se. Como que aquela menina conseguiu conhecer o Delfim disfarçado sem nunca tê-lo visto antes? Em seguida, ela disse para o Delfim um segredo que somente ele e Joana d’Arc agora sabiam. Com este segredo o capitão começou a acreditar na menina. A donzela também despertou muita inveja no castelo, principalmente, em um amigo do Delfim que tentava convence-lo de que a menina era falsa. Nada adiantou, o Delfim foi avisado, semanas antes da chegada da menina por um astrólogo amigo, que uma donzela apareceria para salvar a França, assim como dizia a profecia do mago Merlin. Apoiado nesses conhecimentos esotéricos, Carlos decidiu ajudar a menina e investir em sua campanha de guerra.

A donzela decidiu atacar do lado mais difícil da cidade, pelo lado direito de Órleans, Ponte de Tourelles. Foram com muitos homens, mas não com o suficiente. Joana d’Arc liderou, e eles tomaram a cidade com uma derrubada tremenda que não se via pelo lado Francês há muito tempo. Com essa vitória a menina conseguiu reunir mais soldados e decidiu invadir a cidade de Jorgeau. Esta cidade foi tomada facilmente com a desistência de muitos soldados. Após esta vitória, o exército de Joana d’Arc, decidiu invadir Patay, uma cidade estrategicamente importante para a chegada em Reims, onde seria a tão glorificada coroação. Patay é derrubada com muito sacrifício e insistência dos soldados do exército de Joana.

Carlos VII não acredita que em breve Joana d’Arc lhe tornaria rei da França, assim como ela mesma dissera.

Ao chegar em Reims, nenhuma tropa de resistência atacou o exército da menina de Domrémy. A coroação de Carlos VII de Valois aconteceu, e os soldados devem todas as graças e glórias conquistadas pela fé e força de liderança, para a menina do interior.

Após a coroação, ouve um período de paz entre Carlos e o Duque de Borgonha. Esse tratado não foi comunicado para Joana. Em troca da Paz com o Duque, Carlos VII decidiu devolver a cidade de Champagne, mas o povo não aceitou e lutou contra o Duque, que fugiu para não perder importantes homens de guerra.

Mesmo com esse período de paz, a menina não pensou em voltar para sua casinha em Domrémy. As vozes das Santas pararam de aparecer para a camponesa. Joana d’Arc insistia em invadir Paris. Com muito esforço e dedicação Joana consegue reunir soldados para o levante armado em Paris. Joana d’Arc é derrotada na batalha pelo Duque de Borgonha. Joana pediu ajuda para várias cidades, mas todas estavam pobres. Em Lagny Joana ressuscitou uma criança que tinha acabado de falecer.

Ao voltar para o castelo, Carlos decidiu não mais ajudar a menina em suas cruzadas. Ele dizia que era muito arriscado tomar Paris e que o Duque era muito perigoso. Houve boatos que o Duque de Borgonha organizava-se para invadir Champange novamente. Joana d’Arc sabendo do risco que corria aquela cidade, decidiu ajuda-la. Pediu homens ao rei. Carlos VII negou o pedido e disse que mandaria homens para ajuda-la em breve mas não naquele momento. As Santas voltavam a aparecer e diziam que ela iria ser capturada antes do dia de São João. A camponesa parte com seu pelotão para a praça de Champange. Todos pediram para que Joana esperasse o reforço prometido por Carlos. Mas Joana sabendo que o seu reforço não chegaria nunca, decidiu dar ordem de invasão para seus soldados. Nesse momento eles foram surpreendidos pelo exército do Duque. Foi um massacre. O Duque venceu facilmente, e ainda, capturou Joana d’Arc. O Duque de Borgonha tinha verdadeiro ódio da Donzela que tinha atrapalhado todos os seu planos de conquistar a França. Depois de deixa-la sofrer durante dias passando fome, sede, frio, em um lugar úmido e sem higiene, ele entregou a menina para João de Luxemborg. João não tinha porque ter ódio da camponesa, mas sabia que tinha uma peça muito valiosa em suas mãos. Não demorou muito para que a Santa Inquisição oferecesse-lhe uma recompensa pela pele de Joana.

Bispo Pedro de Cauchon comprou a menina de Domrémy por vinte mil libras. Joana d’Arc estava nas mãos da Santa Inquisição Católica. De heroína passou a ser vilã. Seu julgamento foi uma farsa, Pedro queria garantir seu cargo na Igreja e aumentar sua popularidade perante o povo Católico. Joana d’Arc respondeu todas as perguntas com uma sabedoria surpreendente, sem demonstrar, em nenhum momento, que era culpada por algum crime que a acusaram.

Ela foi injustamente condenada por bruxaria, heresia e por blasfêmia. Sendo considerada bruxa ela foi levada para a fogueira onde queimou e sofreu seus últimos instantes na Terra. Ao desencarnar ela encontrou com Santa Catarina e Santa Margarida que lhe disseram que Jesus estava pela sua espera há muito tempo.

O processo de Joana foi revisado, anos depois, dando causa vencida para a camponesa. Joana d’Arc foi canonizada em 1920 pela Igreja Católica.

Sinopse da peça “De traidor a Santa: Judas Iscariotes e sua reencarnação como Joana D’arc”
Marcelo de Barros

M<arMacelo de Barro

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Responses

  1. Muito bom! Obrigado por compartilhar.

  2. Morte de Judas Iscariotes
    Queridos irmãos, é falsa a afirmativa que Judas Iscariotes desencarnou enforcado e por isso foi para o vale dos suicidas. Em (Mateus 27, v. 1 – 5) afirma que ele foi “enforcar-se”, e não que se “inforcou”.
    “Ora, chegada a manhã, todos os principais sacerdotes e os anciãos do povo entraram em conselho contra Jesus, para o matarem; e, maniatando-o, levaram-no e o entregaram a Pilatos, o governador. Então Judas, aquele que o traíra, vendo que Jesus fora condenado, devolveu, compungido, as trinta moedas de prata aos anciãos, dizendo: Pequei, traindo o sangue inocente. Responderam eles: Que nos importa? Seja isto lá contigo. E tendo ele atirado para dentro do santuário as moedas de prata, retirou-se, e foi enforcar-se”.
    Nosso irmão Judas desencarnou ao cair protrado e foi rasgado e suas entranhas se derramaram, vejam essa afirmativa em em (Atos 1, v. 15 – 19) segue:
    “Naqueles dias levantou-se Pedro no meio dos irmãos, sendo o número de pessoas ali reunidas cerca de cento e vinte, e disse: Irmãos, convinha que se cumprisse a escritura que o Espírito Santo predisse pela boca de Davi, acerca de Judas, que foi o guia daqueles que prenderam a Jesus; pois ele era contado entre nós e teve parte neste ministério. (Ora, ele adquiriu um campo com o salário da sua iniquidade; e precipitando-se, caiu prostrado e arrebentou pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram. E tornou-se isto conhecido de todos os habitantes de Jerusalém; de maneira que na própria língua deles esse campo se chama Acéldama, isto é, Campo de Sangue)”.

  3. Muitas dúvidas consegui sanar com essa leitura a repeito de Judas.

  4. TINHA UM GRANDE DESEJO DE CONHECER VERDADEIRAMENTE A SUPOSTA TRAIÇÃO DE JUDAS , SUA PASSAGEM PELO UMBRAL E O FATO QUE JESUS RENASCEU NO TERCEIRO DIA POIS ESTAVA AO LADO DE JUDAS . HOJE ESTOU FELIZ POR APRENDER POR MEIO DO ESPIRITISMO A LEVANTAR MAIS UM VÉU COLOCADO POR CERTAS NORMAS QUE ELE NÃO FOI UM TRAIDOR .ACHO QUE AMOU DEMAIS JESUS , PELO POUCO QUE SEI .

  5. Sou espiritualista desde que me entendo por gente. Durante as missas dominicais na igreja sempre ouvíamos a relação de Judas com a traição. Até mencionávamos o nome dele, chamando outros de Judas para deferí-lo sobre traição(traidor). Com o passar dos anos e a maturidade sempre nos veem os questionamentos. Então, andei por religiões afro, mas nunca obtive as respostas que sempre indagava aos outros membros e até em conversas com entidades, que nunca me davam a certeza da resposta certa, aquela que me dava a certeza da verdade, apesar que verdade é um termo relativo, pois a minha verdade sempre será diferente da sua. Aprendi frequentando e trabalhando na doutrina espírita catalogada por Kadec que desde antes de cristo vários filósofos gregos já tinham o conhecimento sobre as leis das físicas, que nos fala de ação e reação. Qual seria o sentido maior do sofrimento humano se não o aprendizado, o conhecimento que leis divinas? Leis maiores que regulam todo o universo estabelecendo a conduta da vida física e espiritual nos diversos mundos criado pelo PAI. Te pergunto irmão qual seria a razão do espírito de Joana Darc ter passado todos aqueles martírios, se não a redenção dos seus maus atos? Traiu, vendeu Cristo, o mesmo lhe aconteceu, para que houvesse a sua quitação com as leis divinas. Observe que foi vendida e traída por aqueles que obtiveram das suas visões mediúnicas e intuitivas; êxito nas batalhas. Recordo-me que acerca de vinte anos atrás eu trabalhava como vendedor ambulante de porta em porta . Cheguei na casa de uma senhora evangélica e com a conversa chegamos ao assunto do Creio em Deus Pai Todo Poderoso….. até chegar na parte que fala “desceu a mansão dos mortos , ressuscitou ao terceiro dia, todos conhecem esta oração. Bem , vindo de uma evangélica nunca esperaria receber uma observação a qual me contou. Disse-me que estas frases citadas referem-se ao fato de JESUS ter descido ao inferno para buscar aquelas almas que se arrependeram de coração e serem conduzidas para o céu. Traduzindo as palavras dela , hoje conhecendo a doutrina espírita sei que ela falava do umbral onde se encontravam os espíritos desencarnados onde estava também Judas. De nada teria adiantado todo o sacrifício de Cristo por todos nós se não pelo exemplo do perdão. Exemplo maior de Cristo descer ao umbral e perdoar o seu traidor. E resgatá-lo. Em diversos centros espíritas, aqui, na minha cidade onde vivo, trabalhamos não só com a desobsessão e passes, mas também com o umbral, onde com o auxílio de irmãos superiores de luz ,conseguimos adentrar em vários umbrais e resgatarmos com a graça divina e muita fé, muitos irmão que padecem naquela dimensão mental. Daí o fato de crermos no perdão como o balsamo da alma , o refrigério das dores e sofrimentos. Esse trecho encontra-se no livro dos salmos.

  6. Boa Tarde amigos e irmãos de caminhada. Muito se tem falado sobre Jesus e seu apostolado. Muita mentira também aparece através de traduções errôneas trazidas a esse Mundo físico de milhares e milhares de anos passados desde a vinda de Jesus. Em primeiro lugar é bom lembrar pra quem não sabe a língua falada era o aramaico, o grego, o latim e copca. Razoavelmente traduzida até os nossos dias por outras centenas ou milhares de pessoas que através da Igreja Católica deturparam o contexto. Não estou sob hipótese alguma indo contra a Bíblia que é considerada a obra mais sagrada que o Mundo já teve. Mas é bom lembrar ainda que, salvo Marcos, Luca, João e Mateus que mesmo assim se contradizem em alguns quesitos, o resto é de procedência duvidosa. Quanto ao Judas; sim ele é ou foi a encarnação da virgem de Domremy lá na França e veio exatamente a pedido de Jesus para ‘salvar’ o povo francês das ameaças absurdas impostas por aqueles que desejavam fazer a guerra. O tempo era outro, mas as ideias era as mesmas como de algumas hoje em dia. Sou escritor e estudioso de Jesus e estou escrevendo um livro sobre Ele e em breve estará pronto para todos aqueles que quiserem ler. Inclusive em outro momento eu escrevi e para quem também não sabe; assim como Maria jesus teve outras encarnações. Eu amo a Jesus e a Maria grandes instrutores do mundo físico. Eu Sou o Caminho a Verdade e a Vida. Abraços a todos. Quem quiser me contactar escreva para o face. Mauricio Dantur. Canoas.
    Rio Grande do Sul.


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